Indústria de moldes, o que esperar em 2020?

Nesta última década, assistiu-se a um árduo trabalho e a um grande desenvolvimento da indústria de moldes em Portugal, o que o colocou em oitavo lugar como melhor produtor a nível mundial e o terceiro a nível europeu.

De facto, o setor dos moldes continua extremamente empenhado em encontrar soluções para os muitos desafios que 2020 trará, desafios esses que se prendem essencialmente com a aposta em novas tecnologias e no saber fazer. Só assim este setor se poderá posicionar à frente dos seus concorrentes internacionais, consolidando, ao mesmo tempo, a sua imagem.

O rápido desenvolvimento tecnológico e a assimilação de novos processos terão, inevitavelmente, de fazer parte do investimento das empresas portuguesas, isto porque a automação, a digitalização ou a produção “zero defeitos” serão, cada vez mais, uma realidade. Tal implicará a devida preparação do setor para conseguir responder convenientemente e continuar na linha da frente.

Se a aposta na inovação é incontornável, não menos importante é a valorização dos recursos humanos, o que implicará a qualificação e formação desse mesmo capital humano. É, portanto, crucial reter e apostar nos profissionais já existentes, como também captar novas competências, novos talentos.

Importa, contudo, referir outros aspetos que condicionarão a atividade de todas as empresas numa escala global: a instabilidade dos mercados, algumas indefinições político-económicas, as políticas comerciais de diferentes lobbies económicos, a indefinição de novos conceitos de mobilidade, as políticas ambientais, as novas tecnologias e materiais, como também a maior exigência por parte dos clientes serão alguns deles. Por tudo isto, é imperativo continuar a trabalhar, no sentido de as empresas se manterem focadas e cada vez mais competitivas.

 

 

 

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